Sistema de decisão para quem emprega equipes CLT

Do atestado suspeito à justa causa, quem decide é você.

Hoje essas decisões moram em planilhas, no WhatsApp e na memória de alguém — e quando alguém pergunta o que foi feito, ninguém acha. No Ampar, cada uma nasce registrada, instruída e documentada.

Quero parar de decidir no escuroDiagnóstico privado — só você vê o resultado.
Metodologia de 26 anos de advocacia trabalhista
Seu mapa de risco em 30 minutos
Sem custo, sem compromisso

Tomar decisões que envolvem pessoas nunca mais será o mesmo.

Afastamento médico e indisciplina são onde o passivo trabalhista nasce. Mas o problema não é a ausência — são as decisões que se perdem por causa dela: a que ninguém tomou, a que ficou pela metade, a que ninguém consegue provar na audiência.

O Ampar transforma o que acontece todos os dias na sua equipe nos dados que faltavam para decidir: do abono de um atestado ao rumo de cada unidade.

Se você é dono, provavelmente já sentiu isto

O problema não é falta de cuidado. É não ter onde olhar.

  • Você recebe um atestado de 15 dias sem saber se podia ter contestado.

  • Você descobre o tamanho de um processo no dia da audiência — nunca antes.

  • Um gestor seu demitiu “do jeito dele”, e agora é o advogado que te liga preocupado.

  • Você tratou bem, fez o que achava certo, e foi processado mesmo assim.

  • No fundo, você não sabe quanto passivo existe hoje na sua empresa. E prefere não calcular.

Nada disso é descuido seu. É o que acontece quando o risco trabalhista é a única parte do negócio que ninguém te mostra em um painel. O diagnóstico existe para virar essa chave — você passa a ver onde o risco nasce antes que ele vire conta.

Dono de grupo de varejo alimentar olhando a operação

“Se eu soubesse disso antes…”

O pensamento mais caro de um dono. O diagnóstico existe para você nunca mais precisar dele.

O problema oculto

O que você usa hoje termina onde o problema começa.

Planilha, ponto, folha, ERP — tudo registra. O atestado entra, o gráfico atualiza, o relatório sai. E aí?

O fluxo que você já conhece

AtestadoRegistroPlanilha ou sistemaRelatóriofim.

Só que o problema real começa depois do registro — e ele é feito de perguntas que relatório nenhum responde:

Contesta ou acolhe?Convoca o retorno?Abre CAT?Tem estabilidade?Quem faz?Até quando?Foi feito?

Essas decisões ficam onde sempre ficaram: com as pessoas. O indicador avisa — ele não age.

Onde o Ampar trabalha

EventoDecisãoExecuçãoAcompanhamentomemória.

Cada evento vira uma jornada de decisão: o que precisa acontecer, quem faz, até quando, o que ficou pendente — e tudo documentado, com autor e data.

E a dúvida não fica esperando segunda-feira: inclusive a dúvida das 22h de domingo é respondida na hora, com a regra da sua casa e o histórico completo do caso.

No fim, a decisão não evapora: vira precedente da casa. A próxima situação igual já nasce com a regra que a sua empresa aprendeu — é a memória institucional que planilha nenhuma constrói.

E isso acontece em duas frentes: o corpo (afastamento) e a conduta (disciplina).

Hoje, quem garante essas decisões é a memória de alguém. E quando essa pessoa sai de férias?

Se a resposta é “a gente se vira” — é exatamente isso que o diagnóstico mapeia.

O custo invisível

Hoje cada pedaço do problema tem um dono diferente: o DP registra, o advogado entra quando o processo chega, o médico do trabalho olha um atestado por vez. Ninguém soma — até alguém somar por você.

Faça a conta com a sua margem.

Se a sua margem líquida ronda 2%, um passivo de R$ 100 mil não custa R$ 100 mil. Custa os R$ 5 milhões em vendas que você precisa faturar de novo só para repor o lucro que ele consumiu. É por isso que o que não aparece é justamente o que pesa.

R$ 50,6 bi

foi o que a Justiça do Trabalho pagou às reclamações em 2025 — e 74% dos processos terminam favoráveis ao trabalhador ao menos em parte. O jogo é de prova. Quem chega sem ela compõe a estatística.

Fonte: TST · ConJur, 2025

Os relógios que já correm na sua empresa.

O mesmo problema tem dois preços: tratado com a janela aberta, custa uma fração; descoberto depois, custa caro. Estes prazos existem por lei — e nenhum deles espera alguém olhar.

14º dia

do atestado

A última chance de decidir. No 16º, o caso cai no INSS e sai do seu controle por meses.

−15 dias

antes da alta do INSS

A janela de preparar o retorno — ou reagir à prorrogação — fecha sozinha.

1º dia útil

após o acidente

É o prazo da CAT. Aconteceu na sexta à tarde? O relógio não espera segunda.

hoje

da falta grave

Punição tardia vira perdão tácito — a medida do mês que vem não vale mais nada.

novembro

janela do FAP

30 dias para contestar a alíquota. Depois, é pagar errado por um ano inteiro.

Os relógios acima estão correndo agora — a diferença é quem está olhando.

Ver quais janelas estão abertas na minha empresa

Decida sobre pessoas como você decide sobre dinheiro.

Você acompanha o caixa em tempo real; o risco de gente merece o mesmo tratamento. Três cenas de como fica a rotina de quem decide com o caso na mesa:

Terça-feira, 7h40

O café com a triagem

Antes da primeira reunião, três pendências na tela: um atestado no 14º dia, um benefício a 12 dias da alta, uma advertência esperando ciência. Oito minutos — contesta um, agenda o retorno do outro, cobra o gestor pelo terceiro. Fecha o notebook.

Antes, essas três coisas apareciam na fatura do mês seguinte.

Seis meses depois

A justa causa que ficou de pé

O ex-funcionário pediu a reversão na Justiça. O dossiê chegou pronto ao advogado: feedback documentado, treinamento oferecido, advertência com ciência, suspensão datada. O juiz manteve a justa causa — o custo foram os honorários.

O mesmo caso, sem documentação, costuma custar dezenas de milhares de reais.

Antes de decidir

O número na mesa

Sobre o motorista afastado há 40 dias: custo certo até aqui, contingente se virar estabilidade, impacto no FAP do ano que vem — tudo em reais, antes da decisão. A conversa com o advogado muda de “o que eu faço?” para “o cenário custa isso, qual caminho você recomenda?”.

Quem pergunta com número negocia o parecer — não implora o socorro.

Exposto
Em controle
Protegido

Cenas ilustrativas, baseadas em casos reais conduzidos pela metodologia.

A segunda leitura

A mesma escada que protege a empresa desenvolve o seu time.

Advertência é o último degrau. Antes dela existe a escada que quase nenhuma empresa registra — e o feedback verbal vale o que a advertência verbal vale: nada. Registrado, o mesmo gesto vale duas vezes: desenvolve hoje, defende amanhã.

Degrau 1

Orientar

feedback · alinhamento de meta · treinamento

Não é punição — e não vira ficha. A orientação registrada não mancha o histórico de ninguém: ela dá direção com data, contexto e clareza.

Degrau 2

Corrigir

mudança de turno · adaptação de função

A recuperação documentada. Quando a empresa tenta antes de punir, isso fica provado — é o investimento na pessoa, com registro.

Degrau 3

Disciplinar

advertência · suspensão · justa causa

Só quando a escada foi subida — e aí ela sustenta a medida em qualquer audiência, porque a história inteira está contada.

Quem responde, cresce com a ficha limpa. Quem não responde, sobe o degrau — com prova.

Na próxima decisão de promoção, o dossiê conta a história: quem foi orientado, quem respondeu, quem precisou da escada. Mérito por fato, não por impressão.

E a liderança vira leitura: correções e recuperações por setor e por unidade mostram onde a gestão está funcionando e onde precisa de reforço. Vale para qualquer time — do chão de loja ao comercial.

Para grupos com várias unidades

Várias lojas, vários CNPJs — uma só visão.

O que fragmenta o controle não é outro sistema: é a planilha, o grupo de WhatsApp e a cabeça de quem sabe. Cada gerente enxerga um pedaço e ninguém enxerga o todo. No diagnóstico você vê como o grupo inteiro cabe numa só tela — e onde agir primeiro, sem depender de quem guarda a informação.

  • Tudo num lugar

    o grupo inteiro numa tela, não em dez planilhas

  • Direção

    onde agir primeiro, e em qual unidade

  • Tempo

    sem fechar planilha no fim do mês para saber o risco

  • Liberdade

    a decisão volta para a sua mão

PlanilhaWhatsApp do gerenteCabeça do RHAdvogado (depois do processo)Médico do trabalho isolado
Grupo · visão consolidada4 CNPJs · 558 pessoas

Atacarejo Centro

11 expostos

Exposto

CD / Logística

custo R$ 41.200

Exposto

Supermercado Norte

2 decisões pendentes

Em controle

Loja Sul

sem pendências

Protegido

Quem conduz viu esse filme milhares de vezes

O diagnóstico é conduzido por advocacia trabalhista com 26 anos de prática na defesa de empresas — gente que sabe onde o passivo se esconde porque passou a carreira encontrando ele. Não é um formulário automático: você fala com quem já viu o seu tipo de problema acontecer.

26 anos

de prática trabalhista do lado das empresas — milhares de casos conduzidos.

30 min

é tudo que separa você do seu mapa de risco.

Agende seu diagnóstico

Leva 1 minuto para pedir. O retorno é nosso.

  1. 01

    Você conta como a operação roda

    Quantas unidades, como o atestado chega, quem decide o quê.

  2. 02

    Mapeamos onde o passivo nasce

    Onde o passivo nasce, os relógios abertos e o que atacar primeiro.

  3. 03

    Você sai com o seu mapa de risco

    Em 30 minutos, com clareza — mesmo que não siga com nada.

30 minutosSem custo, sem compromissoDiagnóstico privado
Tem processo trabalhista ou afastamento ativo hoje?

Seus dados ficam só conosco. Sem custo e sem compromisso.

Antes de você perguntar

Meu DP já cuida disso.

O DP registra o que aconteceu. O diagnóstico mostra o que está se acumulando antes de acontecer — o que o registro, sozinho, não revela.

Já tenho advogado trabalhista.

Ótimo — ele continua essencial. O advogado atua quando o processo chega; o diagnóstico mostra o que está se formando antes de virar processo. São momentos diferentes do mesmo problema — e o seu advogado recebe casos muito melhores quando a decisão foi documentada no dia em que aconteceu.

Já uso um sistema que registra tudo isso.

E ele continua — ninguém aqui substitui folha, ponto ou ERP. A pergunta do diagnóstico é outra: depois que o afastamento entra no seu sistema, ele diz quais decisões precisam acontecer? Acompanha se aconteceram? Avisa quando uma etapa ficou esquecida? É nesse espaço, entre o registro e a decisão, que o risco cresce — e é ele que vamos mapear.

Quanto custa?

O diagnóstico é gratuito e sem compromisso. Você sai da conversa com o seu mapa de risco; o que vem depois só faz sentido depois dele.

Quanto tempo leva?

Cerca de 30 minutos. Você sai da conversa com clareza sobre onde está o risco, mesmo que não siga com nada.

Vou sair com o número do meu passivo?

Em 30 minutos, ninguém calcula um passivo de verdade — desconfie de quem prometer isso. Você sai com o seu mapa: onde o passivo está nascendo, quais prazos correm agora e o que atacar primeiro. O número, em reais, nasce na primeira semana de implantação, com os seus dados no painel — e as implantações assistidas do mês são limitadas.

Funciona para o meu setor?

O diagnóstico é construído sobre quem tem volume de gente CLT e operação intensiva em mão de obra — varejo alimentar (supermercados, atacarejos), distribuição e logística, food service, frigoríficos e agro, indústria, segurança patrimonial e saúde.

Vou ter que assinar alguma coisa na conversa?

Não. A conversa é de diagnóstico. A decisão é sempre sua, e fora dela.

Você não precisa decidir no escuro.

As decisões que a sua empresa toma hoje podem virar precedentes que protegem as próximas — ou papéis que ninguém encontra na audiência. A diferença começa por mapear onde cada uma está nascendo.

As implantações assistidas do mês são limitadas.